Mãe, o teu amor é a luz que me guia... Te amo!...
O “Dia das Mães” está
chegando.
Que saudade de minha Mãe, que há três anos nos deixou! Se
estivesse viva estaria completando 103 anos. E eu lhe repetiria a mesma frase
que muitas vezes lhe disse:
Mãe! “Todo dia é seu Dia de Mãe,
porque o seu amor nunca tira folga”.
Fiquei pensando, nas Mães dos parentes e amigos. Mas, em
especial, pensei na minha esposa: Mãe de
seis filhos (a primogênita já de saudosa memória!); avó de sete netos; e em véspera de ser bisavó pela primeira vez.
Senti vivamente a magnitude desta
data, e me lembrei, então, de reescrever uma história, que publiquei faz quinze
anos, bem propícia para esta ocasião.
Certo dia, uma mulher chamada Anne
foi renovar a sua carteira de motorista. Quando lhe perguntaram qual era a sua
profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar.
O funcionário insistiu:
— O que pergunto é se a senhora tem
um trabalho!...
— Claro que tenho um trabalho –
exclamou Anne. − Sou Mãe!...
— Nós não consideramos isso um
trabalho. Vou colocar “Dona de Casa” – disse o funcionário
friamente.
Marta, uma amiga de Anne, soube do
ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.
Pois, num determinado dia, ela se
encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de
carreira, segura e eficiente. O formulário parecia enorme, interminável. A
primeira pergunta foi:
— Qual é a sua ocupação?
Marta pensou um pouco e sem saber bem
como, respondeu:
— “Doutora em desenvolvimento
infantil e em relações humanas”.
A funcionária fez uma pausa e Marta
precisou repetir, pausadamente, dando ênfase para as palavras mais
significativas. Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:
— Posso perguntar o que é que a
senhora faz exatamente?
Sem qualquer traço de agitação na
voz, com muita calma, Marta explicou:
— Desenvolvo um programa em longo
prazo, dentro e fora de casa.
E, pensando na sua família, ela assim
continuou:
— Sou responsável por uma equipe e já
recebi quatro projetos. Trabalho em dedicação exclusiva. O grau de exigência é
de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas.
À medida que ia desenvolvendo suas
responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da
funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.
Quando voltou para casa, Marta foi
recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com sete e outra com
três.
Subindo ao andar de cima ela
pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova
tonalidade de voz. Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da
maternidade, com suas múltiplas responsabilidades. E horas intermináveis de
dedicação...
“Mãe, onde está meu sapato? Mãe me
ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebê não para de chorar. Mãe, você me busca na
escola? Mãe, você vai assistir a minha dança? Mãe, você compra? Mãe...”.
Sentada na cama Marta pensou:
“Se eu sou doutora em desenvolvimento
infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?”.
E logo descobriu um título: “doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e relações humanas”. Para as bisavós: “doutoras-sênior executivas”. E “doutoras-assistentes” para as tias. E para todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: “doutoras na arte de fazer a vida melhor”.
Num mundo em que se dá tanta
importância aos títulos, que sempre exige maior especialização na área
profissional, que as pessoas se tornem especialistas na arte de amar.
Mãe, eis um bom conselho de autor desconhecido:
“Não se preocupe por não poder dar
aos seus filhos o melhor de tudo... Dê a eles o seu melhor”.
Que os homens, valorizem as mulheres
de sua vida!... Que deixe a sua mulher feliz!... E que seja feliz também!
E que Hoje... E Sempre... Você faça a
sua Mãe muito feliz!!!
Abrace-a dizendo:
FELIZ DIA DAS MÃES!...
Mães são anjos que Deus colocou na Terra!!!
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